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Organização criminosa é desarticulada em Sergipe com pelo menos 120 cartões clonados

Organização criminosa é desarticulada em Sergipe com pelo menos 120 cartões clonados. Foto: SSP/SE
A polícia suspeita que que o prejuízo gerado por uma organização criminosa desarticulada em Sergipe chegue a R$ 300 mil. Três homens foram presos por policiais civis do Complexo de Operações Policiais Especiais (COPE) no dia 24 de junho, mas a informação só foi divulgada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública nessa segunda-feira, 1.

Em uma entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, 2, a delegada Mayra Evangelista detalhou o caso.

Os três homens são acusados que formação de organização criminosa, e segundo a delegada, eles mantinham uma fábrica de clonagem de cartões, que funcionava em uma casa no bairro Aruana, na Zona de Expansão de Aracaju (SE).

“Eles já vinham sendo investigados e no dia da prisão nos os localizamos em uma agência bancária na avenida Gentil Tavares. Esperamos eles se dirigirem até o bairro Aruana e a prisão foi realizada em um restaurante onde eles pararam para almoçar”, informou a delegada.

O presos foram identificados como Renilson Pedro da Silva, natural de São Paulo, José Pereira Lima, natural do Ceará e Jorge Soares de Castro, natural de Pernambuco. Todos já tinham passagem pelo sistema prisional de seus estados por crimes semelhantes.

De acordo com a delegada, o Renilson estava em Sergipe há um ano, já os outros dois há pelo menos três meses. O grupo era especializado nessa prática criminosa em outros estados do país, e atuava em diversas agências, trocando de roupas e se desfazendo de pertences para dificultar a identificação.

Apesar de terem sido presos no dia 24, os homens não colaboraram com as investigações, que só foram concluídas na sexta-feira, 28 de junho, quando a polícia localizou o laboratório clandestino. No local foram encontrados aproximadamente 120 cartões de crédito clonados e máquinas usadas na fabricação do material, além de equipamentos conhecidos como “chupa-cabra” que coleta irregularmente dados bancários de clientes que utilizam cashs em agências.

A polícia descartou o envolvimento de funcionários de agências bancárias nos delitos.

Os criminosos foram indiciados por e crime continuado, furto mediante fraude e associação criminosa.

Quem foi vítima do golpe aplicado pelos criminosos, deve ir ao COPE, no bairro Capucho, próximo ao Hemose.

Fonte: Leonardo Barreto

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