Jovem pode ter sido assassinada por engano em Malhador, suspeita a família
A feirante Maria da Paixão Silva, de 23 anos, foi assassinada a tiros na porta de casa, na zona rural do município de Malhador (SE), na noite dessa quinta-feira, 27. Familiares da vítima disseram quando foram liberar o corpo, suspeitar que a jovem tenha sido morta por engano. Maria da Paixão deixa três filhos.
Segundo familiares, o cunhado da vítima tinha envolvimento com o tráfico de drogas e foi morto ano passado. Maria da Paixão era muito parecida com a irmã (a viúva desse rapaz morto em 2018) e os familiares acreditam que ela pode ter sido morta no lugar da viúva.
De acordo com o irmão de Maria, Uilton Mota, ontem à noite ela estava sentada na frente de casa, quando dois homens passaram em uma moto e efetuaram os disparos. A jovem de 23 anos ainda foi levada ao hospital local, mas não resistiu.
Na manhã desta sexta-feira, Uilton foi ao IML para liberar o corpo da irmã, que chegou a unidade por volta das 21h de ontem, mas até às 8h de hoje, ainda não havia sido liberado. Segundo ele, o IML alegou que, não havia médico no local na madrugada.
Ao ser liberado, o corpo será levado para o Povoado Boqueval, em Malhador, onde será velado e sepultado. Maria da Paixão deixa três filhos: um de sete, um de quatro e um de um ano e 10 meses.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
Fonte: Célia Silva
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| Foto: FAN F1 |
De acordo com o irmão de Maria, Uilton Mota, ontem à noite ela estava sentada na frente de casa, quando dois homens passaram em uma moto e efetuaram os disparos. A jovem de 23 anos ainda foi levada ao hospital local, mas não resistiu.
Na manhã desta sexta-feira, Uilton foi ao IML para liberar o corpo da irmã, que chegou a unidade por volta das 21h de ontem, mas até às 8h de hoje, ainda não havia sido liberado. Segundo ele, o IML alegou que, não havia médico no local na madrugada.
Ao ser liberado, o corpo será levado para o Povoado Boqueval, em Malhador, onde será velado e sepultado. Maria da Paixão deixa três filhos: um de sete, um de quatro e um de um ano e 10 meses.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
Fonte: Célia Silva


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